quarta-feira, 25 de julho de 2018

Atores em oficina de Teatro e abaixo atores maquiando-se.




Fotos da peça de Suassuna "O auto do reino do sol"


Alejandro Bedotti/Diretor


Teste pra ator/atriz


Fotos da peça "O médico Campones, ou princesa engasgada".





COMÉDIA TEATRAL “INTERIOR” APRESENTA OLHAR AFETUOSO SOBRE A VIDA

Duas velhinhas prometem levar ao público do Festival Sesc de Inverno um olhar criativo e amoroso sobre a vida, neste sábado (21), às 19h, na quadra do Sesc Nova Friburgo. O espetáculo “Interior”, apresentado pelo Grupo A Bagaceira de Teatro, traz a histórias prováveis e improváveis de personagens que já cruzaram diversas gerações, sabem tudo a respeito da vida e insistem em não morrer. O impossível para elas é um mero detalhe.
Com muito bom humor, “Interior” é irreverente e, ao mesmo tempo, singelo. Cheio de afeto, igual a bolo feito por avós. O espetáculo é fruto de uma pesquisa de dois anos. Nesse período, o Grupo Bagaceira percorreu quatro cidades do estado do Ceará (Beberibe, Icó, Itarema e Tauá), realizando trocas com artistas dessas localidades e mergulhando no universo cultural que viria a inspirar o espetáculo. Nessa imersão, o grupo encontrou brincantes de reisado, dramistas, atores de teatro e povos indígenas. A peça tem durração de 70 minutos.
Ficha técnica
Texto: Rafael Martins | Direção: Yuri Yamamoto | Assistência de direção: Rafael Martins | Elenco: Samya de Lavor e Tatiana Amorim | Atores contrarregras: Ricardo Tabosa e Rogério Mesquita | Interlocução artística: Georgette Fadel e Maurice Durozier | Cenário, figurinos e iluminação: Yuri Yamamoto | Operação de som: Yuri Yamamoto | Diretor de montagem e operador de luz: Ciel Carvalho | Cenotécnico: Josué Rodrigues | Preparação vocal: Luis Carlos Prata | Confecção de figurinos: Fátima Matos | Direção de produção: Rogério Mesquita | Produção executiva: Mikaelly Damasceno | Comunicação: Ricardo Tabosa | Secretária: Carla Sousa
Sobre o Grupo Bagaceira de Teatro
Criado em Fortaleza (CE) no ano de 2000, o grupo iniciou pela construção de obras curtas (esquetes), amadurecendo uma forma muito própria de encenar, pautada em experimentações e provocações visuais. Com textos e direções próprias, o grupo lançou provocações no âmbito da construção cênica e dramatúrgica. Hoje, após dezoito anos de intenso trabalho, o Grupo Bagaceira é dono de um repertório consistente. Montou 17 espetáculos, dezenas de esquetes e contabiliza mais de 2.000 apresentações. Conquistou premiações e participou dos festivais importantes em cidades como São Paulo, Curitiba, São José do Rio Preto, Londrina, Recife, Salvador, dentre outras. Foi selecionado para diversas mostras e eventos dos quais grupos cearenses jamais haviam participado. Construiu reconhecimento, promoveu parcerias importantes, projetou artistas e provocou novas visões a respeito do Nordeste. Alcançou o reconhecimento da imprensa local e nacional. O espetáculo “O Realejo” foi apontado pelo Jornal O Povo como o espetáculo teatral da década no Ceará.
“Interior” – Grupo Bagaceira de Teatro
Dia 21/7/2018 – 19h
Sesc Nova Friburgo: Av. Pres. Costa e Silva, 231 – Centro
Ingressos: R$20,00 (inteira), R$10,00 (meia entrada para casos previstos por lei e para quem levar 1kg de alimento não perecível), R$5,00 (Cartão Sesc RJ)

Nação Zumbi e Chico Cience

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre
Chico Science & Nação Zumbi)
Ouvi todas as musicas, mais a que chamou mas atenção foi Manguebeat. Musica com forte batidas usando tecnologia e instrumentos eletrônicos com uso do computador ajudando nos ritmos Beat.A Nação Zumbi e Chico Science faz dessa musica o inicio da arte do ciberespaço quando diz em: Manguebeat, Computadores fazem arte, artistas fazem dinheiro, computadores avançam, artistas pegam carona, cientistas criam robôs.
A internet é um meio legal na definição de preview. Ela serve para que a pessoa escute o som, goste e vá atrás de comprar o disco. Eu não sou a favor de você perder o controle autoral do som, do tipo "pode ficar à vontade aí, pode fazer quantos downloads quiser, a eu acho que é um pouco burrice de alguns autores ficarem defendendo este tipo de coisa. Se você não tem retorno financeiro de um disco, obviamente não vai ter dinheiro para gravar um próximo, ou seja, a banda vai viver de quê? Vai ficar gravando e botando música na Internet! Vai ficar só no show.

Nação Zumbi é uma banda brasileira, nascida no início da década de 1990, em Recife, capital do estado de Pernambuco, a partir da união do Loustal, banda de rock pós-punk, com o bloco de samba-reggae Lamento Negro, e originalmente chamava-se "Chico Science & Nação Zumbi". O líder e vocalista da banda, o cantor e compositor Chico Science, fundou, junto com a banda Mundo Livre S/A, o movimento Manguebeat. [1] No ano de 1991, em Olinda, aconteceu o primeiro show da banda, com o nome provisório de "Loustal & Lamento Negro", numa festa chamada "Black Planet". Neste mesmo ano, Chico Science e Fred Zero Quatro (do grupo Mundo Livre S/A) escreveram um Release, que acabou virando um manifesto do movimento Manguebeat, o Manifesto dos Caranguejos com cérebro, que tem como símbolo, uma antena parabólica colocada na lama.
No dia 2 fevereiro de 1997, Chico Science [2] faleceu devido a um acidente de carro quando seguia de Olinda para Recife. Em seu lugar nos vocais veio Jorge dü Peixe, que já tocava alfaia na banda.