sexta-feira, 11 de dezembro de 2009
Rio do Sul - Colégio Dom Bosco - 31/07/07 - INCLUSÃO DIGITAL: Capacitando para o mercado de trabalho e para a vida. O encerramento avaliativo do programa social Inclusão Digital, do Colégio Dom Bosco, foi marcado pela confraternização e busca de novos desafios. Dentro do Programa Social de Inclusão Digital o Colégio Dom Bosco entregou no 1º semestre os certificados a 23 adolescentes que participaram do curso de Informática Básica. O curso teve como objetivos principais: contribuir na inclusão digital de pessoas carentes, capacitando-as para inserção no mercado de trabalho, proporcionando novos instrumentos de competitividade e melhoria da qualidade de vida. Entendemos que a inclusão digital não é apenas um simples treinamento que envolve o conhecimento de computação, mas também a consciência de seu uso, suas limitações, vantagens e desvantagens. Após avaliação com o grupo de adolescentes que participaram do Programa e devido ao grande interesse dos mesmos em prosseguir na formação, preparamos um próximo módulo que iniciará em 07 de Agosto. Neste módulo será trabalhado o CorelDraw, que é um programa de desenho baseado em vetores que facilita a criação de arte-final profissional. Desde logotipos simples até ilustrações técnicas complexas como cartões de visita, anúncios, convites, folders, cartazes e muitas outras criações. Os alunos aprenderão a criar ou reforçar a identidade visual de uma empresa com conhecimentos iniciais de Corel Draw.
Inteligência Coletiva
Introdução
O livro, apesar de parecer pelo título que se trata de um assunto bem atual como a inteligência coletiva, nos mostra que, na verdade, há muito tempo esse conceito já é aplicado e estudado - e o texto mostra exatamente isso: a história da inteligência coletiva até chegar nos dias de hoje, na junção dela com as possibilidades do ciberespaço.
O autor parece conseguir abranger todas as áreas possíveis sobre o tema quanto à história, à aplicação e as conseqüências de uma inteligência coletiva, não deixando nenhuma falha no raciocínio – levantamentos sobre pontos positivos – e negativos às vezes – deixa o texto completo sobre o tema abordado.
Apresentação e apreciação crítica
Para quem se interessa por assuntos sobre colaborativismo e compartilhamento, principalmente no ciberespaço e mais especificamente na web, esse livro é um ‘sopro de esperança’, pois quem acredita que essa é uma maneira de aprender e ensinar, Pierre Lévy mostra que é possível, e talvez como seja possível aplicar e incitar essa prática, apesar de não parecer que a grande maioria dos indivíduos hoje pense dessa maneira.
O autor aborda todos os temas pertinentes ao que é a inteligência coletiva, que não se restringem a apenas expor o que você conhece, esperando algum feedback, alguma discussão. Para Lévy, a inteligência coletiva está também em reconhecer o outro indivíduo como uma inteligência, um conhecimento em potencial - são diferentes saberes que se complementam, não subjugar ninguém por seu emprego, sua condição social, sobrenome, etc. pois todos têm seus conhecimentos e que, se todos se reconhecessem dessa maneira, seria um passo a para a exaltação da inteligência coletiva e o aumento do entendimento de cada um.
Pierre Lévy disserta no prólogo como a língua pode ser uma barreira a inteligência coletiva, fazendo um levantamento das mudanças tecnológicas e como nos tornamos de certa forma nômades com isso, podendo passar de ‘mundos a mundos’, territórios a territórios, muito rapidamente com o avanço das tecnologias.
Lévy acredita que a inteligência coletiva aplicada à economia e ao mercado seria benéfica, pois cada indivíduo possuí o que ele chama de savoir-faire (saber fazer) que compartilhado só faria bem ao sistema, não só econômico e mercadológico, mas como um todo.
Num outro momento, apesar das nanotecnologias tomarem mais espaço nos veículos de comunicação há pouco tempo, o autor faz um estudo sobre o molar e o molecular. Ele diz que o processo molar são coisas feitas, planejadas, aplicadas para o todo, ou para a grande maioria, sem pensar nas especificidades de cada indivíduo ou grupo pequeno. Porém ele afirma que está havendo uma tendência ao tratamento molecular, que é muito mais específico, mais ágil. Pensando em pequenos grupos ou indivíduos, é possível dar tratamentos mais finos, aplicáveis nos campos da vida, matéria, informação e coletivos humanos – um exemplo seria uma transferência de um meio molar como a TV (programas para grandes públicos, etc.) para a internet, que pode ser tanto um meio molar como molecular, com fóruns e sites especializados (mais específicos, grupos pequenos, tratamento mais pessoal).
Já no campo da política, ele defende que uma sociedade, um coletivo “poderia experimentar modos de organização e de regulação coletivos, exaltando a multiplicidade e a variedade” e lembra que “coletivo não é necessariamente sinônimo de maciço e uniforme”. Para ele, poderia existir uma “Democracia em tempo real” onde todos são atuantes para decisões do coletivo – todos falam, sem se sobreporem uns aos outros, todos ouvem e tentam chegar a um acordo. Lévy chega até mesmo a propor uma estrutura de cidade inteligente, com uma dinâmica que favorece a decisão de todos sobre pontos comuns, sempre num movimento espiral.
Lévy faz também um complexo levantamento da inteligência coletiva sob a ótica teológica, citando concepções medievais do tema – discorre sobre diferentes “espaços” como o temporal, o afetivo, o lingüístico, etc. E, num nível mais amplo, ele aponta alguns “espaços antropológicos” que seriam a base de tudo: a Terra, o Território, o Espaço das mercadorias e o Espaço do saber. Essas estruturas vão se refinando, se atualizando, começando da Terra como estrutura básica, o Território como primeira parte perceptível para o indivíduo, o Espaço das Mercadorias como o que vivemos no presente momento e o Espaço do Saber, que é a proposta do livro para os novos tempos. Vale ressaltar que Lévy afirma que os espaços continuam coexistindo, mas se intercalando, misturando, “acontecendo” ao mesmo tempo. Cada um desses espaços, apesar de não se misturarem nas suas especificidades, são muito bem definidos quanto ao tratamento de tudo que se passam por eles.
Conclusão
Ao fim, pode-se perceber que o texto é complexo e completo, e pessoas que não estão diretamente ligadas à área da tecnologia, mais especificamente do ciberespaço, poderiam ter algum problema para o entendimento das idéias do autor e como o sistema realmente funciona.
Ao fazer uma comparação do texto de 1994 com os dias de hoje, podemos dizer que realmente o que ele disse é a tendência - o autor se antecipou em 15 anos analisando pontos históricos e prevendo onde poderíamos chegar e onde vamos chegar ainda.
Lévy é bem otimista em seus estudos, mostrando um futuro onde as sociedades seriam mais inteligentes e organizadas, e usando como meio para isso, a inteligência coletiva e os meios digitais.
-----------------------------------------------
E você, já leu esse livro?
Concorda?
Discorda?
Tem algo a acrescentar ou a retirar?
Comente!
O livro, apesar de parecer pelo título que se trata de um assunto bem atual como a inteligência coletiva, nos mostra que, na verdade, há muito tempo esse conceito já é aplicado e estudado - e o texto mostra exatamente isso: a história da inteligência coletiva até chegar nos dias de hoje, na junção dela com as possibilidades do ciberespaço.
O autor parece conseguir abranger todas as áreas possíveis sobre o tema quanto à história, à aplicação e as conseqüências de uma inteligência coletiva, não deixando nenhuma falha no raciocínio – levantamentos sobre pontos positivos – e negativos às vezes – deixa o texto completo sobre o tema abordado.
Apresentação e apreciação crítica
Para quem se interessa por assuntos sobre colaborativismo e compartilhamento, principalmente no ciberespaço e mais especificamente na web, esse livro é um ‘sopro de esperança’, pois quem acredita que essa é uma maneira de aprender e ensinar, Pierre Lévy mostra que é possível, e talvez como seja possível aplicar e incitar essa prática, apesar de não parecer que a grande maioria dos indivíduos hoje pense dessa maneira.
O autor aborda todos os temas pertinentes ao que é a inteligência coletiva, que não se restringem a apenas expor o que você conhece, esperando algum feedback, alguma discussão. Para Lévy, a inteligência coletiva está também em reconhecer o outro indivíduo como uma inteligência, um conhecimento em potencial - são diferentes saberes que se complementam, não subjugar ninguém por seu emprego, sua condição social, sobrenome, etc. pois todos têm seus conhecimentos e que, se todos se reconhecessem dessa maneira, seria um passo a para a exaltação da inteligência coletiva e o aumento do entendimento de cada um.
Pierre Lévy disserta no prólogo como a língua pode ser uma barreira a inteligência coletiva, fazendo um levantamento das mudanças tecnológicas e como nos tornamos de certa forma nômades com isso, podendo passar de ‘mundos a mundos’, territórios a territórios, muito rapidamente com o avanço das tecnologias.
Lévy acredita que a inteligência coletiva aplicada à economia e ao mercado seria benéfica, pois cada indivíduo possuí o que ele chama de savoir-faire (saber fazer) que compartilhado só faria bem ao sistema, não só econômico e mercadológico, mas como um todo.
Num outro momento, apesar das nanotecnologias tomarem mais espaço nos veículos de comunicação há pouco tempo, o autor faz um estudo sobre o molar e o molecular. Ele diz que o processo molar são coisas feitas, planejadas, aplicadas para o todo, ou para a grande maioria, sem pensar nas especificidades de cada indivíduo ou grupo pequeno. Porém ele afirma que está havendo uma tendência ao tratamento molecular, que é muito mais específico, mais ágil. Pensando em pequenos grupos ou indivíduos, é possível dar tratamentos mais finos, aplicáveis nos campos da vida, matéria, informação e coletivos humanos – um exemplo seria uma transferência de um meio molar como a TV (programas para grandes públicos, etc.) para a internet, que pode ser tanto um meio molar como molecular, com fóruns e sites especializados (mais específicos, grupos pequenos, tratamento mais pessoal).
Já no campo da política, ele defende que uma sociedade, um coletivo “poderia experimentar modos de organização e de regulação coletivos, exaltando a multiplicidade e a variedade” e lembra que “coletivo não é necessariamente sinônimo de maciço e uniforme”. Para ele, poderia existir uma “Democracia em tempo real” onde todos são atuantes para decisões do coletivo – todos falam, sem se sobreporem uns aos outros, todos ouvem e tentam chegar a um acordo. Lévy chega até mesmo a propor uma estrutura de cidade inteligente, com uma dinâmica que favorece a decisão de todos sobre pontos comuns, sempre num movimento espiral.
Lévy faz também um complexo levantamento da inteligência coletiva sob a ótica teológica, citando concepções medievais do tema – discorre sobre diferentes “espaços” como o temporal, o afetivo, o lingüístico, etc. E, num nível mais amplo, ele aponta alguns “espaços antropológicos” que seriam a base de tudo: a Terra, o Território, o Espaço das mercadorias e o Espaço do saber. Essas estruturas vão se refinando, se atualizando, começando da Terra como estrutura básica, o Território como primeira parte perceptível para o indivíduo, o Espaço das Mercadorias como o que vivemos no presente momento e o Espaço do Saber, que é a proposta do livro para os novos tempos. Vale ressaltar que Lévy afirma que os espaços continuam coexistindo, mas se intercalando, misturando, “acontecendo” ao mesmo tempo. Cada um desses espaços, apesar de não se misturarem nas suas especificidades, são muito bem definidos quanto ao tratamento de tudo que se passam por eles.
Conclusão
Ao fim, pode-se perceber que o texto é complexo e completo, e pessoas que não estão diretamente ligadas à área da tecnologia, mais especificamente do ciberespaço, poderiam ter algum problema para o entendimento das idéias do autor e como o sistema realmente funciona.
Ao fazer uma comparação do texto de 1994 com os dias de hoje, podemos dizer que realmente o que ele disse é a tendência - o autor se antecipou em 15 anos analisando pontos históricos e prevendo onde poderíamos chegar e onde vamos chegar ainda.
Lévy é bem otimista em seus estudos, mostrando um futuro onde as sociedades seriam mais inteligentes e organizadas, e usando como meio para isso, a inteligência coletiva e os meios digitais.
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terça-feira, 17 de novembro de 2009
Funções do Professor de Artes
Partido do pressuposto que toda a arte esta alcance de qualquer pessoa não é difícil falar da função do professor de artes. Nos dias de hoje o professor tem que estar conectado completamente em que ocorre na sociedade, nas novas tecnologias e ao mesmo tempo verificando se os alunos estão compreendendo o que está sendo ensinado.
O professor tem que possuir atitudes importantes como: motivar os alunos, ter uma boa didática, gostar de ensinar e ter muita compreensão.
O professor, como qualquer outro profissional, tem que administrar muito bem a vida, na escola, na sociedade, no lazer e dentro da própria casa.
O professor tem que saber muito bem o que faz, saber o que está ensinando e aplicar com dedicação ao que se propôs, mostrando ao aluno o que arte, do qual, ele está ensinando, se o aluno pesquisa à arte que ele esta estudando, participação do aluno em eventos culturais para compreender melhor arte, fazer com quer ao representar uma forma de arte, ela deve se mostrada a sua origem e toda sua historia. Só arte-educador poderá tirar proveito dessas novas possibilidades no ensino da arte, ao propor metodologias para o ensino de artes em ambientes virtuais é pensar que não estamos imersos nessa cibercultura.
O professor tem que possuir atitudes importantes como: motivar os alunos, ter uma boa didática, gostar de ensinar e ter muita compreensão.
O professor, como qualquer outro profissional, tem que administrar muito bem a vida, na escola, na sociedade, no lazer e dentro da própria casa.
O professor tem que saber muito bem o que faz, saber o que está ensinando e aplicar com dedicação ao que se propôs, mostrando ao aluno o que arte, do qual, ele está ensinando, se o aluno pesquisa à arte que ele esta estudando, participação do aluno em eventos culturais para compreender melhor arte, fazer com quer ao representar uma forma de arte, ela deve se mostrada a sua origem e toda sua historia. Só arte-educador poderá tirar proveito dessas novas possibilidades no ensino da arte, ao propor metodologias para o ensino de artes em ambientes virtuais é pensar que não estamos imersos nessa cibercultura.
sábado, 14 de novembro de 2009
Coisas do Control P vai a Fama
PROLOGO
Coisas do Control P vai a Fama
Uma sala, no lado esquerdo um computador e dois jovens artistas na frente conversando sobre tecnologia.
Luna O que os computadores fazem arte ? (pergunta Luna)
Kautma Sim (responde)E quem são os Artistas que fazem dinheiro (pergunta Kautma a Luna)
.
Luna Como Computadores fazem arte! (retruca Luna)
Kautma onde é que Artistas fazem dinheiro. (pergunta a Luna)
Luna (responde) É, quando os Computadores avançarem (Fala Luna p/Kautma)
Kautma é porque Ai eu acho Artistas podem e pegam carona. (Kautma responde a Luna)
E então Cientistas criam robôs? É nois, Artistas levam a fama. (os dois dizem o texto juntos) Fim.
Coisas do Control P vai a Fama
Uma sala, no lado esquerdo um computador e dois jovens artistas na frente conversando sobre tecnologia.
Luna O que os computadores fazem arte ? (pergunta Luna)
Kautma Sim (responde)E quem são os Artistas que fazem dinheiro (pergunta Kautma a Luna)
.
Luna Como Computadores fazem arte! (retruca Luna)
Kautma onde é que Artistas fazem dinheiro. (pergunta a Luna)
Luna (responde) É, quando os Computadores avançarem (Fala Luna p/Kautma)
Kautma é porque Ai eu acho Artistas podem e pegam carona. (Kautma responde a Luna)
E então Cientistas criam robôs? É nois, Artistas levam a fama. (os dois dizem o texto juntos) Fim.
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre
Chico Science & Nação Zumbi)
Ouvi todas as musicas, mais a que chamou mas atenção foi Manguebeat. Musica com forte batidas usando tecnologia e instrumentos eletrônicos com uso do computador ajudando nos ritmos Beat.A Nação Zumbi e Chico Science faz dessa musica o inicio da arte do ciberespaço quando diz em: Manguebeat, Computadores fazem arte, artistas fazem dinheiro, computadores avançam, artistas pegam carona, cientistas criam robôs.
A internet é um meio legal na definição de preview. Ela serve para que a pessoa escute o som, goste e vá atrás de comprar o disco. Eu não sou a favor de você perder o controle autoral do som, do tipo "pode ficar à vontade aí, pode fazer quantos downloads quiser, a eu acho que é um pouco burrice de alguns autores ficarem defendendo este tipo de coisa. Se você não tem retorno financeiro de um disco, obviamente não vai ter dinheiro para gravar um próximo, ou seja, a banda vai viver de quê? Vai ficar gravando e botando música na Internet! Vai ficar só no show.
Nação Zumbi é uma banda brasileira, nascida no início da década de 1990, em Recife, capital do estado de Pernambuco, a partir da união do Loustal, banda de rock pós-punk, com o bloco de samba-reggae Lamento Negro, e originalmente chamava-se "Chico Science & Nação Zumbi". O líder e vocalista da banda, o cantor e compositor Chico Science, fundou, junto com a banda Mundo Livre S/A, o movimento Manguebeat. [1] No ano de 1991, em Olinda, aconteceu o primeiro show da banda, com o nome provisório de "Loustal & Lamento Negro", numa festa chamada "Black Planet". Neste mesmo ano, Chico Science e Fred Zero Quatro (do grupo Mundo Livre S/A) escreveram um Release, que acabou virando um manifesto do movimento Manguebeat, o Manifesto dos Caranguejos com cérebro, que tem como símbolo, uma antena parabólica colocada na lama.
No dia 2 fevereiro de 1997, Chico Science [2] faleceu devido a um acidente de carro quando seguia de Olinda para Recife. Em seu lugar nos vocais veio Jorge dü Peixe, que já tocava alfaia na banda.
Chico Science & Nação Zumbi)
Ouvi todas as musicas, mais a que chamou mas atenção foi Manguebeat. Musica com forte batidas usando tecnologia e instrumentos eletrônicos com uso do computador ajudando nos ritmos Beat.A Nação Zumbi e Chico Science faz dessa musica o inicio da arte do ciberespaço quando diz em: Manguebeat, Computadores fazem arte, artistas fazem dinheiro, computadores avançam, artistas pegam carona, cientistas criam robôs.
A internet é um meio legal na definição de preview. Ela serve para que a pessoa escute o som, goste e vá atrás de comprar o disco. Eu não sou a favor de você perder o controle autoral do som, do tipo "pode ficar à vontade aí, pode fazer quantos downloads quiser, a eu acho que é um pouco burrice de alguns autores ficarem defendendo este tipo de coisa. Se você não tem retorno financeiro de um disco, obviamente não vai ter dinheiro para gravar um próximo, ou seja, a banda vai viver de quê? Vai ficar gravando e botando música na Internet! Vai ficar só no show.
Nação Zumbi é uma banda brasileira, nascida no início da década de 1990, em Recife, capital do estado de Pernambuco, a partir da união do Loustal, banda de rock pós-punk, com o bloco de samba-reggae Lamento Negro, e originalmente chamava-se "Chico Science & Nação Zumbi". O líder e vocalista da banda, o cantor e compositor Chico Science, fundou, junto com a banda Mundo Livre S/A, o movimento Manguebeat. [1] No ano de 1991, em Olinda, aconteceu o primeiro show da banda, com o nome provisório de "Loustal & Lamento Negro", numa festa chamada "Black Planet". Neste mesmo ano, Chico Science e Fred Zero Quatro (do grupo Mundo Livre S/A) escreveram um Release, que acabou virando um manifesto do movimento Manguebeat, o Manifesto dos Caranguejos com cérebro, que tem como símbolo, uma antena parabólica colocada na lama.
No dia 2 fevereiro de 1997, Chico Science [2] faleceu devido a um acidente de carro quando seguia de Olinda para Recife. Em seu lugar nos vocais veio Jorge dü Peixe, que já tocava alfaia na banda.
terça-feira, 23 de junho de 2009
O MEDICO CAMPONES OU A PRINCESA ENGASGADA
O Grupo "Quebra Cabeça de Teatro", vai esta domingo dia 05 de julho as 19:00 horas, no Mercado Cultural apresentando a Peça teatral "O MEDICO CAMPONES OU A PRINCESA ENGASGADA"
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